Finalmente Governo tira ideologia de gênero da base curricular

Sem fazer alardes, o Ministério da Educação alterou o texto da nova versão da base nacional curricular e retirou todas as menções às expressões “identidade de gênero” e “orientação sexual”.

Ou seja, agora não é mais obrigatório que seja necessário o respeito à “identidade de gênero” e “orientação sexual”. As informações são da Folha. Esse é apenas um pequeno passo para pautar o que realmente é necessário para educação nas escolas.

A mudança aparece em um capítulo que fala sobre a importância da base para que o país tenha “equidade” e “igualdade” no ensino.

Dizia o trecho do documento inicial, na página 11: “A equidade requer que a instituição escolar seja deliberadamente aberta à pluralidade e à diversidade, e que a experiência escolar seja acessível, eficaz e agradável para todos, sem exceção, independentemente de aparência, etnia, religião, sexo, identidade de gênero, orientação sexual ou quaisquer outros atributos, garantindo que todos possam aprender.”

Já na versão atual, disponível no site da base curricular, a frase foi modificada para “a equidade requer que a instituição escolar seja deliberadamente aberta à pluralidade e à diversidade, e que a experiência escolar seja acessível, eficaz e agradável para todos, sem exceção, independentemente de aparência, etnia, religião, sexo ou quaisquer outros atributos, garantindo que todos possam aprender.”

Referências à “orientação sexual” também já não constam  no novo documento disponível no site da base nacional curricular.

A mudança incomoda muito à extrema-esquerda, que depende desses conteúdos para promover falsas guerras de classe (entre homens X mulheres e héteros X LGBT), pelas quais conseguem capital político.

 

 

 

 

 

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