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Bolsonaro é perseguido por defender classe trabalhadora.

Mais uma ação movida pelo PT (Partido dos trabalhadores?) por conta de discursos a favor dos trabalhadores do então deputado federal Jair Bolsonaro (PSC/RJ).

Parlamentares da oposição acusam Bolsonaro de ter praticado crime de racismo durante uma palestra realizada no Clube Hebraica, na Zona Sul do Rio, no dia 03/04 (segunda feira);

Na ocasião em que o parlamentar defendia a igualdade de raças, a classe produtiva, um plano de segurança de imigração e aproveitamento de terras produtivas, em determinado Bolsonaro produziu falas que puderam ser distorcidas e usadas contra ele, contradizendo suas reais intenções.

"Ao visitar um quilombo  notei que o afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas". Isso porque são sustentados pelo estado e não precisam produzir, ainda completou: “Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais.” O deputado teria dito ainda que o governo gastava mais de R$ 1 bilhão por ano com os quilombos, e que, se ele fosse eleito presidente da República, não iria “ter nenhum centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola”.

Fica nítido que o deputado possui uma insatisfação enorme quanto ao montante de dinheiro público jogado fora em temas como esse.

Afirmam os acusadores que Bolsonaro "ainda não percebeu que o país evoluiu".

Fica a dúvida: Será que a evolução citada condiz com os padrões de países evoluídos economicamente? Ou essa evolução é tão insignificante que mantém o país em termos de saúde, educação, segurança, tecnologia anos luz de distância de países realmente evoluídos?

Se entender que houve crime, a Procuradoria-Geral da República poderá entrar com um pedido de abertura de inquérito contra o deputado no Supremo Tribunal Federal (STF).

 

 

 

 

 

 

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