Fique por dentro do calendário restituição do IRPF 2020

Calendário de restituição do imposto de renda 2020

Informação
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Datas com todos os lotes de pagamento.

No dia 31 de julho será liberado o 3º lote das restituições do Imposto de Renda. Os contemplados serão os contribuintes que enviaram as declarações até o dia 28 de março. Vale lembrar que o valor da restituição do IRPF 2020 é depositado diretamente na conta informada no ato do envio da declaração.

O primeiro lote foi pago ainda no mês de maio e foi destinado aos contribuintes preferenciais, que são os idosos, portadores de deficiência e aqueles que possuem alguma enfermidade grave. O lote seguinte se destinou aos contribuintes que efetuaram o envio da declaração até o dia 4 de março.

Calendário completo da restituição do IRPF 2020
1º lote: 29 de maio de 2020.
2º lote: 30 de junho de 2020.
3º lote: 31 de julho de 2020.
4º lote: 31 de agosto de 2020.
5º lote: 30 de setembro de 2020.
Vale lembrar que a restituição é paga aos contribuintes que, após a verificação, tenha sofrido retenção na fonte maior do que o seu imposto devido. Nesse caso, o próprio programa onde se faz o envio, fica responsável por fazer a análise e determinar se o declarante vai ou não receber a restituição.

O cálculo final leva em conta as deduções legais permitidas, informadas pelo contribuinte no momento do preenchimento da declaração.

Para consultar sua restituição, o contribuinte pode acessar o site da Receita Federal e inserir seu CPF. Em seguida, terá acesso à data em que receberá seu valor depositado em conta.

Entrega da declaração fora do prazo
O prazo para entrega da declaração do IRPF 2020 se encerrou em 30 de junho desse ano. O prazo foi estendido por conta da pandemia de coronavírus. Normalmente, o prazo final vai até o fim do mês de abril. Mesmo com um prazo maior, muitos contribuintes não entregaram ou fizeram o envio após data final.

Vale lembrar que a multa mínima para quem era obrigado a entregar e não enviou o documento dentro do prazo é de R$ 165,74 e a máxima de 20% do imposto devido. Além disso, o cidadão pode ter seu CPF irregular, o que faz com que ele não possa concorrer a cargos públicos e nem conseguir empréstimos.